quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Lima - A Despedida

31-05-2013
Último dia em Cusco, o voo estava marcado pra meio dia com destino a Lima. Na mesa do café, no hotel, conversando com um peruano que vive em Lima, perguntei o que tinha pra fazer lá, e ele me disse que a cidade era chata. A Peruana que tinha conhecido no ônibus em um dos passeios havia me dito o mesmo...Medo...
Ainda tinha algumas horas por Cusco, e decidi ir a um dos museus do boleto turístico de Cusco. O escolhido foi o Museu de Arte Popular, que não é tao interessante mas valeu para passar o tempo. Fiz mais algumas comprinhas em Cusco ( meu espirito consumista não resistiu) e voltei pro hotel.
O táxi até o aeroporto custou 8 soles. Infelizmente, atraso de 1h, e cheguei em Lima quase 14h.
No aeroporto, que fica distante do centro de Lima foi meio complicado pegar um táxi, todos querendo cobrar, 30, 40, 50 soles. Finalmente, achei um que cobrou 20 soles, eu dividindo o táxi com mais 1 casal.
O motorista me deixando na Plaza Mayor de Lima onde fica a Catedral e Palácio do Governo. Almocei por lá, tirei umas fotos, dei uma volta no quarteirão, o aspecto era bem mesmo de centro de cidade, sem nenhum charme. 


Plaza Mayor

Plaza Mayor



De lá peguei um taxi até Miraflores, Shopping Larcomar. Passei um pouco pelo bairro, um bairro nobre de Lima, bonitinho. Assisti o por do sol com uma bela vista pro Pacifico, e dei uma volta pelo shopping.


Larcomar

Infelizmente, não estava gostando desse pouquinho que estava vendo em Lima. Acho que Lima é isso...chato...fiquei poucas horas e essa foi a impressão que tive. É pouco tempo pra julgar uma cidade mas até que eu volte e me encante essa será minha opinião.
O melhor de Lima mesmo foi o trajeto de táxi de Miraflores até o aeroporto, com o Roberto ( como o cantor, segundo ele). Roberto foi um taxista super simpático que me levou de Miraflores ao Aeroporto por 30 soles (1h40minutos), mas sinceramente, ele merecia mais, pena que eram meus últimos soles.
Ele foi um super guia turístico durante o trajeto, me apontando os locais, contando historias e fazendo recomendações. Até deu uma de cantor de pop rock peruano, com direito a guitarra imaginaria e o volante como percussão. Assim, se mostraram os peruanos, simpáticos comoesse taxista, e assim terminava minha viagem, me despedia do Peru e voltava pro Brasil " El  país más grande del mundo," como disse o Roberto





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