segunda-feira, 16 de março de 2015

Hoi An: Um paraíso no Vietnam

06/05/2014




Um taxi me levou ao aeroporto de Ho chi Minh onde peguei o voo pro aroporto de Da Nang. Da Nang fica a cerca de 25km de Hoi An, meu destino final. O melhor foi combinar com o hotel em Hoi An para que me pegasse no aeroporto. Saiu muito mais barato que um taxi. 
Por volta de meio dia já estava em Hoi An que me encantou desde o primeiro momento. 
Deixei as coisas no Corner Homestay onde fiquei hospedada. Aluguei uma bicicleta por 1.5 dólar e segui pra rua principal onde ficam vários bares e restaurantes na beira do rio. 
O centro histórico da cidade é uma graça pra se passear. 









Com influência em especial chinesa mas também japonesa e vietnamita. Há algumas atrações (23 pra ser exata )que podem ser visitadas. Estas incluem casas antigas, museus, assembléias, a ponte japonesa e uns templos. Compra se o ticket por 120vnd que dá direito a visitar 5 dessa
dessas atrações e caso se queira visitar mais é necessário comprar outro ticket. 
Nesse dia visitei a ponte japonesa ( que não me pediram ticket), e mais 2 antigas casas. A primeira foi a  Tan Ky e a segunda a Dan An. Gostei imensamente da Tan ky sendo minha preferida das que visitei. 
Além disso visitei nesse dia também a Chinese Assembly Hall. São todas visitas rápidas que não levam mais que 20 minutos em especial as das casas já que pessoas moram la e só é permitido visitar até a sala de estar. 









Continuei a dar voltas de bicicleta pela cidade passsando pelo mercado central que não difere de outros mercados. Cheio, barulhentos e confuso, e apesar disso ou talvez exatamente por isso gosto deles.
Nisso, fui pega desprevenida. Hoi An é muito conhecida por seus alfaiates que conseguem fazer roupas em 24h por algo considerado um bom preço. Eu realmente não estava interessada nisso, mas o estilo de venda dos vietnamitas È bom. Começam perguntando de onde você é, se voce é casado, quantos dias na cidade e sé depois de uns minutos de conversa te oferecem o produto deles. Então, quando uma das costureiras me abordou, acho que estava carente e acabei concordando em fazer 2 shorts com ela. 
Logo depois do mercado de frutas e legumes há um mercado onde se vendem tecidos e onde ficam costureiras oferecendo seus trabalhos. Creio que é mais barato do que nas lojas mais próximas da ponte.





















Depois de encomendar meus shorts e aumentar o volume da minha mala, voltei pro hotel. 
A noite sai pra conhecer a iluminação noturna da cidade que fica muito
bela. E em frente a ponte, há uma rua com uma feirinha de rua que fica lindamente iluminada pelas lanternas.












Porém, aqui no sudeste asiático o dia comeÁa e termina muito cedo e lá pelas 23h tudo já está quase fechando.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Mekong Delta

05/05/2014

Havia junto com o tour ao tunes Cu Chi, reservado também um tour de 1 dia pela regiao do Mekong Delta. Eles oferecem tours de 1 e 2 dias, sendo que os de 1 dia podem ser pra My Tho/Ben Tre ou Floating Market/Cai Be.
Escolhi o de Ben Tre que era o mais perto e custou 8 dólares, mas não sei se fiz a escolha certa.   
As 8h, o onibus partiu em direção ao porto de My Tho, e o trajeto durou 2h, com uma parada no caminho por um templo que não achei muito interessante.


Em My Tho pegamos o barco pelo rio Mekong, e novamente um guia com um inglês dificil de entender. Foi explicado que nessa regiao do Mekong há 4 ilhas nomeadas com
nome de animais. 
Paramos na primeira ilha, onde se fabricava uma espécie de doce de coco, que não era bom mas não era ruim de qualquer maneira, acabei comprando um pouco. 
Nessa ilha também provei as famosas bebidas com cobra e escorpião da regiao. O gosto é de alcool puro, estilo cachaça barata.







No local tivemos também um passeio ultra rápido numa espécie de charrete que durou uns 5 minutos.  
Depois fomos em direçao a outra ilha, a Phoenix, onde paramos pra almoçar, uma comida simples, mas comparada com outros tours nao era ruim. 
Depois do almoço era possível andar pela ilha de bicicleta, mas não havia muito a ser visto e as bicicletas estavam em péssimo estado de conservação. 
Depois de suar bastante nas bicicletas relaxei um pouco nas redes e pegamos novamente o barco, parando em outra ilha onde era possível tirar foto com as cobras. Como eu odeio cobras, devo ter sido a única que não quis experimentar. 
Nessa ilha, há uma importante fabricação de mel e nos foi oferecido um chá de mel com uma fruta local. 
Seguimos então pra mais uma ilha onde nos foram oferecidas frutas e uma pequena apresentaçao de musica pelos locais, pouquissimo natural.


Por último que foi a única parte realmente legal e que valeu a pena, mas que foi ultrarapida, foi o passeio numa espécie de canoazinha por uns ramos mais estreitos do rio.



Depois disso foi pegar o barco de volta a My Tho e o ônibus em direçao a Ho Chi Minh. O passeio não foi caro, mas não gostei muito, achei ultra coisa pra turistas, 
pouquissimo natural e sem graça. 
A unica coisa que realmente gostei foi a canoazinha. Não sei se foi a agência, as pessoas em minha cia, ou se a regiao é mesmo sem graça quando explorada dessa forma não natural.
Quem tiver a oportunida eu indicaria o outro passeio pelo Floating Market, talvez seja mais divertido.
De volta a Ho Chi Minh, uma ida rapida ao Ben Tha Market comprar umas coisinhas e me despedir da noite de HCM. 
No dia seguinte outro destino me esperava. 
A cidade mais apaixonante do Vietnam: Hoi An

domingo, 8 de março de 2015

Ho Chi Minh - Cu Chi Túneis


04/05/2014


Como no dia anterior havia chegado tarde, aproveitei pra acordar tarde. Havia no dia anterior comprado o tour pro Cu Chi túnel. Mais de 200km de uma rede subterrânea
de túneis que os vietcongs usaram como esconderijo durante a guerra. Fica a apenas 60km de Ho Chi Minh, mas devido ao transito acaba se levando cerca de 1h30 pra
chegar lá. 
O tour inclui apenas o transporte e um guia com piadinhas sem graça repetidas e um péssimo inglês. A questão não é nem que era péssimo, era difícil de 
entender, alguns asiáticos tem muita dificuldade com a pronuncia das línguas ocidentais. mas creio que talvez nós ocidentais, tenhamos a mesma dificuldade
se formos aprender línguas orientais, então, não é bem uma critica e mais um comentário. Enfim, não esperar entender muito o que os guias dizem evita desapontamentos.
A entrada pro Cu Chi túnel custou 4,50 dólares e o tour por lá não é tão demorado.
primeiro ele mostrou algumas armadilhas que os vietcongs usavam pros soldados
norte americanos e tivemos a oportunidade de entrar e andar um tempo nos túneis ( o que é bem desconfortável já que são muito estreitos e tem que se andar arrastado.
É algo que deve ser experimentado pra saber como era pra alguns vietnamitas viverem nesses túneis por anos. Depois, é mostrado um documentário em preto e branco que deve ter uns 300 anos, e ainda é dada a oportunidade de quem quiser praticar tiro, por um alto custo adicional.
Creio que devemos ter ficado 1h30 por lá e depois tomamos o onibus de volta a cidade.






Como no dia anterior iria acordar um pouco mais cedo, a noite apenas um jantar num bar-livraria bem simpático na cia de uma australiana e alguns ingleses que já estavam
no Vietnam há alguns meses e ficaram tentando me convencer a não voltar tao cedo pro Brasil.  Essa é uma das coisas mais legais ao se viajar: os novos amigos, as conversas
com desconhecidos de tantas partes do mundo com tantas historias diferentes e semelhantes.

sábado, 7 de março de 2015

Ho Chi Minh ( Saigon)



03/05/2014



Sábado começou seguindo andando até o palácio da reunificação, antiga sede do governo vietnamita. Não cheguei a entrar lá dentro já que não chamou tanto minha atenção. 
Bem próximo ficava o museu de guerra ( que deveria ter ido aquela hora), a catedral de Notre Dame e o prédio dos correios ( resquícios deixados pelos franceses). 
A entrada a ambos é gratuita, então valeu a pena dar uma conferida rápida. 






Depois disso, em vez de ir logo ao museu de guerra lá perto, acabei ficando confusa com tantos mototaxis me abordando e acabei combinando com um pra me levar a Pagoda Jade Esmeralda que dizem ser a mais bonita de Ho Chi Minh. O local é legal e como a entrada é gratuita vale ir lá mas não é nada espetacular. 



Ainda era cedo naquele momento e depois de visitar a pagoda quis ir ao Museu Ho Chi Minh ( nãoo confundir com o museu da cidade de Ho Chi Ninh). 
O primeiro é dedicado ao líder comunista héroi do Vietnam( há fotos dele espalhadas por toda a cidade) enquanto o segundo museu é sobre a história da cidade mesmo. 
Mas enfim, acabei não pesquisando direito e nãoo percebendo que os museus  fechavam 11:30 reabrindo somente a tarde. Então, quando eu cheguei lá estava fechado. 






Pra nao ter que ficar esperando a toa, voltei andando mesmo pro Ben Thanh, o mercado mais famoso da cidade. 
É um grande mercado onde se vende de tudo em especial comida e roupas. Andei um tempo lá e comprei minha camisa do Vietnam que estava desejando. 
Depois do mercado segui pro museu de guerra. A entrada é paga mas bem barata. 
No patio há alguns aviões e tanques usados na guerra.
 O museu é meio que dedicado a mostrar os crimes de guerra cometidos pelos EUA e enaltecer a figura dos vietcongs como hérois. 
O museu vale muito pela incrível coleção de fotografias do período da guerra. São realmente belas. Eu que adoro fotografia me encantei. 

De lá o plano era voltar ao museu Ho Chi Minh que a essa hora já estava aberto novamente mas como cheguei lá perto das 17h que é a hora q ele fecha achei que não valia a pena entrar pra ficar só 5 minutos lá dentro. 
Em vez disso, subi a Bixteco Financial Tower, o maior prédio da cidade com 62 andares pra ter uma vista aérea da cidade. A entrada custa 10 dólares, mas parece que você pode entrar no bar no mesmo prédio sem pagar nada. E o bar fica 1 andar acima. 
Lá de cima tem se uma vista muito linda 360 graus da cidade. 
Só é meio ruim pra fotos porque se vê atravea de um vidro meio sujo. Então acaba tendo reflexo do vidro nas fotos mas se  encostar a lente no vidro esse efeito diminui. 
Acho que a melhor hora é a próxima do por de sol já que se tem a visão de dia
e a visão noturna da cidade que é belíssima. 


Depois disso, acabei voltando ao hotel e a noite a mesma rua do dia anterior. 
Há um ditado  que diz q as coisas sempre vem aos pares. Nunca tinha conhecido quenianos na vida e em 2 dias seguidos conheci 2 quenianos diferentes. 
Uma queníana simpática veio conversar comigo e no fim da noite acabamos num grupo incomum formado por Brasil, Quênia, Polônia e Malasia nos banquinhos da rua Bui Vin tomando nossa cerveja Saigon. Prazer imensurável que viajar nos proporciona.




domingo, 1 de março de 2015

De Kampot a Ho Chi Minh ( Saigon)

02/05/2014
Sai de Kampot as 7 da manhã chegando em Phnom Phem por volta de 11:30. Ônibus velho mas pelo menos tive cia de uma norte americana legal durante a viagem. Em Phnom Phem foram 2h de espera até o próximo ônibus pra Ho Chi Minh que partiu 13:30 chegando na antiga capital vietnamita por volta de 19h. 
Foi tudo tranquilo na fronteira, sem stress, esperas ou complicações. É possível tambem ir de Kampot a Ho Chi Minh sem voltar a Phnom Phen, nesse caso o onibus vai por Ha Tien, porem reviews em alguns fóruns de viagem alertavam ser muito mais tranquilo voltar a Phnom Phen. O ônibus me deixou em frente a uma das praças principais perto do mercado Ben Thanh que é a área que concentra vários hotéis, bares, restaurantes e agências de viagem. 
Pude ir tranquilamento pro meu hotel andando, o que achei muito bom.
 Um pouco cansada da viagem mas morrendo de fome sai pra comer nas proximidades e opções é o que não faltava, em especial na rua paralela a da praça, a Bui Vien, cheia de bares e restaurantes. 
Como era sexta feira as ruas estavam lotadas. Os vietnamistas estendem umas esteiras nas calçadas e ficam lá sentados, bebendo ou conversando em pequenos banquinhos.