sábado, 13 de junho de 2015

Aruba, Palm Beach e Eagle Beach

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Aruba, A Chegada

3 de junho de 2015




Então, na madrugada de terça para quarta peguei um vôo de Belém para Manaus e de lá um pro Panamá. Aproveitei a conexão no Free Shop do Panamá pra comprar minha GoPro4 e de lá um vôo curtinho em direção a Aruba. 

No aeroporto, como combinado, o transfer agendado com meu hotel me esperava por 18$ ida e volta. 
Do aeroporto pra Palm Beach, a área badalada de Aruba, foi bem pertinho, cerca de 20 minutos. 
E lá estava eu, na porta do Bricckell Bay Spa Hotel. Hotel muito bom em Palm Beach. 
Palm Beach é a área mais badalada de Aruba, onde estão os high rise hotéis, as baladinhas, os bares, os restaurantes, as espriguiçadeiras nas praias. 

É onde estará a maioria dos turistas. É onde terá música, comida, cerveja, pessoas, barulho e etc...
A praia é linda...a estrutura é boa. 
Como meu quarto ainda não estava pronto curti um pouco a praia em Palm Beach mas depois como estava cansada da viagem acabei voltando pro hotel e desmaiei.





Ao passar pela imigração aqui em Aruba eles te dão aquele papel clássico pra preencher 

Como não gostar de um país onde todos os carros tem essas placas maravilhosas?

Acordei de noitinha e fui conferir o que a noite de Palm Beach tinha a oferecer.
Se locomover lá não é nenhum mistério. Há a praia e a rua atrás da praia que é a rua principal com os restaurantes, shoppings, bares, lojas e hotéis. Tudo facilmente percorrido a pé em Palm Beach. Varias opções de comida que não chega a ser absurdamente cara mas não chega a ser bem.gostosa, baladinhas de música eletrônica e latina.
Gostei bastante do The Sopranos pra quem curte boa música. Moomba Beach pro Happy Hour é uma boa pedida.

domingo, 19 de abril de 2015

Halong Bay Parte I

15/05/2014


No dia anterior havia reservado com uma agência um tour de 3 dias e 2 noites pra Halong Bay. 
Existem tour de diferentes preços e diferentes níveis de conforto. 
Escolhi um intermediário por 129 dólares. As 8h um mini ônibus me pegou no hotel e de lá seguimos por umas 3h até o porto, onde um barco nos esperava. 
O barco era bom e cada passageiro tinha sua cabine individual, havia um bar restaurante e um deck com espriguiçadeiras pra tomar sol. 
Almoçamos, visitamos uma espécie de caverna de onde vinham luzes coloridas e o barco seguiu por por algumas horas onde paramos  numa espécie de floating village, onde foi possível andar de kayak por cerca de 1 hora. 





Foi minha primeira vez com o kayak, e demorei pra pegar o jeito. Peter, o coitado do meu parceiro teve que fazer quase tudo sozinho. Foi bem legal e bonito o local onde passeamos, sendo possível entrar em caves e sair em uma espécie de lago muito bonito. 
Depois do kayak, voltamos pro barco onde seguimos pra um local
em Halong Bay onde foi possível nadar. 


Foi minha oportunidade de pular algumas vezes do terceiro andar do barco. Jantamos no barco, e com algumas cervejas fomos pro deck. 
Era dia de lua cheia. O céu estava incrivelmente claro e a lua estava divinamente enorme e linda. Um dos rapazes do barco tinha uma caixa de som e colocou pra
tocar The Dark Side of the Moon. Foi uma experiência incrível. Era um cena de filme, a lua linda, o barco dando voltas em torno de si mesmo no meio do mar, 
as diversas ilhas de Halong Bay ao fundo, uma cia maravilhosa e uma musica perfeita. 
Algo que não havia como fotografar, pois era bastante escuro. Tive que me contentar em tirar fotos com meus olhos e aproveitar cada momento desse fim de noite perfeito.


segunda-feira, 30 de março de 2015

Hanoi - Parte II

14/05/14



Minha cama king size era maravilhosa, e num quarto escuro e sem janelas foi difícil acordar. Queria pegar o café da manha q terminava as 9;30 e ainda ir ao mausoléu
do Ho Chi Minh que fecha extremamente cedo pra uma atração turística. 
A ida ao mausoleu demorou mais do que eu pensava andando, e quando cheguei lá as 10:30 já nao se podia mais entrar. 
Me contentei em ver o mausoléu por fora e como prêmio de consolação visitei a casa onde o presidente Ho Chi Minh morou nos anos 50.

Casa onde HCM viveu

  É uma visita rápida já que só se vê a casa por fora pelas janelas. Não é uma atração imperdível mas como estava lá perto acabei indo. também ao lado do mausoléu
fica uma antiga pagoda e o museu Ho Chi Minh. 
O museu é interessante com um aspecto mais moderno mas um tanto confuso. 
Museu Ho Chi Minh

Depois do museu, visitei o Templo da Literatura e depois   do almoço e da siesta, fui dar uma volta pelo antigo quarteirão de Hanoi, o tumultuado e barulhento centro da cidade com ruazinhas estreitas com as motos buzinando freneticamente.



Vendedores sentados em banquinhos nas calçadas e cheia de lojinhas. Decidi sentar um pouco em frente ao lago pra escrever alguns postais e nisso fui abordada
por vários jovens vietnamitas querendo praticar inglês. Eles eram muito simpáticos, então, por que não conversar um pouco com eles, e trocar experiências. 
Enquanto eles me faziam perguntas sobre o Brasil, eu fazia sobre o Vietnam. Até nos ensinamos algumas palavras em vietnamita e portugues.
Eles até tem uma boa gramática e vocabulario mas a pronuncia as vezes é muito difícil de entender. Creio q os ocidentais teriam a mesma dificuldade ao aprender
uma língua oriental. 
O transito em Hanoi, assim como em todo o Vietnam e bem caótico mas nas cidades grandes piora e atravessar a rua é uma grande aventura e um dos esportes radicais mais preferidos pelos turistas. Dentro do quarteirão antigo como as ruas são bem pequenas o caos se intensifica. 






De volta ao hotel, quando decidi sair pra jantar, um dos recepcionistas me deu ótimas dicas de restaurantes e depois me indicou a Bia Corner onde ficam uns amimados
botecos que vendem cerveja barata frequentados por vietnamitas, em especial, e estrangeiros. É um bom local pra terminar a noite depois do jantar e parece estar
sempre lotado de vietnamitas sentados em banquinhos nas calçadas. Tive como cia nesse dia 2 vietnamitas simpáticas que fizeram minha noite mais agradável e simples traduzindo as coisas pra mim, além de ser sempre bom conversar com os locais e entender melhor o cotidiano da cidade.